A infertilidade interrompe um projeto de vida pessoal e do casal, produzindo sofrimento psíquico.
O desenvolvimento das técnicas de reprodução assistida possibilitou a solução para casais que anteriormente não teriam alternativas de tratamento.
Assim, a fertilização in vitro constitui uma nova fonte de esperança para ter um filho, mas, ao mesmo tempo, pode ser acompanhada de muitas dificuldades.
O objetivo deste estudo foi comparar os estados emocionais de homens e mulheres submetidos à fertilização in vitro e verificar a relação entre estado emocional das mulheres e ocorrência de gravidez.
Foram avaliados vinte casais submetidos ao primeiro ciclo de fertilização in vitro, entre o 5º e o 10º dia após a transferência dos pré-embriões.
A avaliação foi realizada por meio de testes psicológicos e entrevistas.
As mulheres apresentaram níveis mais altos de ansiedade e depressão que os homens.
A autoestima delas mostrou-se mais baixa.
Um quarto das mulheres que apresentaram sintomas psicoemocionais não engravidou, porém esta relação não foi significativa.
Concluiu-se que as mulheres apresentaram mais ansiedade e sintomas depressivos que os homens e autoestima mais baixa. O grupo de mulheres com sintomas psicoemocionais apresentou tendência a não engravidar.
Estudo completo:
INZ, C.; AFONSO, L. O. .; TRAEBERT, E.; GARCIA, L. P. .; TREVISOL, D. J. .; TRAEBERT, J. Childhood excess weight prevalence in Brazil: systematic review. Research, Society and Development, [S. l.], v. 11, n. 5, p. e18711526685, 2022. DOI: 10.33448/rsd-v11i5.26685. Disponível em: https://rsdjournal.org/index.php/rsd/article/view/26685. Acesso em: 13 jan. 2023.