Empatia pressupõe a capacidade e sobretudo a vontade de compreender o outro e se colocar em seu lugar.
Considerando isso, espera-se que profissionais envolvidos em cuidados de saúde sejam mais empáticos e capazes de ler o mundo ao seu redor com olhar humanizado, crítico e reflexivo.
O objetivo deste estudo foi Investigar, mediante revisão integrativa, o que tem sido discutido a respeito do ensino da empatia nos cursos de graduação da área da saúde nos últimos cinco anos.
Foram selecionados 27 artigos das bases de dados MEDLINE e LILACS, por meio dos quais se identificou que a maioria dos estudos disponíveis foram realizados nas áreas de medicina e enfermagem.
A metodologia quantitativa com aplicação de escalas padronizadas foi a mais utilizada para mensurar níveis de empatia e que, por fim, o ensino da empatia ocorreu por meio de metodologias ativas.
O método quantitativo foi o mais utilizado nos estudos analisados, denotando o interesse da comunidade científica em tornar a empatia uma habilidade mensurável.
Ressalta-se que a utilização de metodologias ativas foi predominante como estratégia de ensino, possibilitando a vivência da relação entre profissional e paciente por meio de situações em que a habilidade empática é fundamental.
Estudo completo:
Silva, J. A. C. da ., Massih, C. G. P. A., Valente, D. A., Souza, D. F. de ., Monteiro, M. R. L. de C., & Rodrigues, R. M.. (2022). Ensino da empatia em saúde: revisão integrativa. Revista Bioética, 30(4), 715–724. https://doi.org/10.1590/1983-80422022304563PT