Empatia e impulsividade sexual entre estudantes de medicina que praticam sexting

O estudo examina a prática de sexting entre estudantes de medicina, com foco na troca de imagens sexuais consensual e não consensual. Foram avaliados a empatia e impulso sexual dos participantes através de questionários. O grupo que admitiu praticar sexting, independentemente da forma, demonstrou maior impulsividade sexual e menor desconforto do que aqueles que não praticam. Apenas os estudantes que admitiram compartilhar imagens íntimas do(a) parceiro(a) mostraram menor preocupação empática. Os resultados indicam que as pessoas engajadas em sexting demonstram menor desconforto pessoal com suas ações do que aqueles que não praticam, e alguns estudantes parecem preferir o risco de expor imagens íntimas de terceiros sem consentimento.