Terapias cognitivas no Brasil

Introdução

Diversos estudos comprovam a eficácia das terapias cognitivas (Barreto & Elkis, 2004; Butler, Chapman, Forman & Beck, 2006; Dattilio & Padesky, 1995; Juruena, 2004), tornando-as uma das abordagens psicoterápicas mais importantes e validadas (Cottraux & Matos, 2007; Salkovskis, 2005). Este reconhecimento tem levado ao aumento de sua popularidade, consolidando-as como paradigmas dominantes na psicologia clínica (Dobson & Scherrer, 2004).

Popularidade e Eficácia

A abordagem cognitivo-comportamental é a que mais cresceu nos últimos vinte anos (Robins, Gosling & Craik, 1999), e projeções indicam que essa tendência continuará. Segundo Norcross, Hedges e Prochaska (2002), um estudo com especialistas prevê que, até 2010, as teorias cognitivo-comportamental e cognitiva, bem como teorias sensíveis às diferenças culturais e integrativas, terão maior predominância.

Abordagens e Procedimentos

As terapias cognitivas englobam diversas tendências e procedimentos de intervenção, possuindo elementos comuns e divergentes, justificando o uso do termo no plural. Este artigo avalia as preferências dos profissionais brasileiros que utilizam a orientação cognitiva em suas práticas, além de uma breve revisão histórica das terapias cognitivas e seu desenvolvimento no Brasil.

Conclusão

No Brasil, a popularidade das terapias cognitivas continua a crescer, acompanhando a tendência global. A eficácia comprovada e a adaptabilidade dessas terapias às necessidades culturais e individuais contribuem para seu status como paradigma dominante na psicologia clínica.

Referência