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Venda do Meu Livro

Olá gente. É com muita alegria que compartilho com vocês o meu livro que está disponível no site e rede social da @editoradialetica, o livro também já está em todos os marketing places: Amazon, Americanas, Submarino, etc.

Mas podem comprar na postagem da editora que mostro na foto e no site abaixo:

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PREVALÊNCIA DE ANSIEDADE, DEPRESSÃO E COMPORTAMENTO SUICIDA EM ESTUDANTES DE GRADUAÇÃO DO BRASIL

 

 

A graduação pode ser um período de grandes problemas na saúde mental dos estudantes. Estudos mostram prevalência de ansiedade, depressão e comportamento suicida entre estudantes brasileiros. foram sistematicamente pesquisados e publicados nas bases de dados e a prevalência foi calculada por uma meta-análise.

Neste estudo  foi realizada revisão sistemática incluindo 47 artigos e 44 foram meta-analisados (37.486 graduandos). As estimativas de ansiedade foram de 37,75%, 28,5% de depressão e 9,1% de comportamento suicida.

Estes resultados mostram uma prevalência elevada para estes fatores. Mostrando a necessidade de atenção à saúde mental dos estudantes.

 

REFERÊNCIAS:

  1. Demenech, L. M., Oliveira, A. T., Neiva-Silva, L. & Dumith, S. C. Prevalence of anxiety, depression and suicidal behaviors among Brazilian undergraduate students: A systematic review and meta-analysis. J. Affect. Disord. 282, 147–159 (2021).
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TRANSTORNOS DE HUMOR AUMENTAM RISCOS DE COVID-19 GRAVE

 

O Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA (CDC), publicou no dia 23 de outubro de 2021 um aviso que determinadas condições mentais têm maior risco de desenvolver a COVID-19 grave. A lista vai de tuberculose, pessoas acima do peso a mulheres grávidas e imunocomprometidas.

O CDC pede que se observem a saúde mental dos seus trabalhadores, fazendo com que se vacinem o mais rápido possível, inclusive com a dose de reforço.

Uma declaração de 14 associação americanas, dentre elas, a Associação Americana de Psiquiatria e Psicologia, mostrando evidências de que a esquizofrenia é um fator de risco para a COVID-19 grave e outros estudos compilando 21 estudos para pessoas com transtornos de humor, ambos publicados na JAMA PSYCHIATRY. Deste modo, pessoas com transtorno de humor tem uma probabilidade maior de internação com COVID grave.

 

REFERÊNCIAS:

  1. MA, D. M. CDC: Mood Disorders Increase Risk for Severe COVID-19. Lung Disease & Respiratory Health https://www.webmd.com/lung/news/20211028/mood-disorders-and-covid (2021).
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TRANSTORNO BIPOLAR

O Transtorno Bipolar tem um forte fator genético e sua principal forma de tratamento são com os estabilizadores de humor. Porém, a psicoterapia tem um papel importante no tratamento deste transtorno. É uma doença crônica que necessita tratamento e acompanhamento a vida toda.

Neste transtorno as pessoas podem alternar períodos de mania e de humor deprimido, estes períodos podem durar dias ou meses. Os episódios de mania são caracterizados por euforia, dificuldade para dormir e perda contato com a realidade e de humor deprimido, é caracterizado por falta de energia e motivação.

A principal forma de tratamento é medicação e psicoterapia cognitivo-comportamental, mas outras formas de tratamento podem ser utilizadas como a terapia em grupo e familiar, além da psicoeducação.

 

REFERÊNCIAS:

  1. Lotufo Neto, F. Terapia comportamental cognitiva para pessoas com transtorno bipolar. Rev. Bras. Psiquiatr. 26, 44–46 (2004).

 

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PREVALÊNCIA DE DEPRESSÃO EM PROFISSIONAIS DE SAÚDE DURANTE A PANDEMIA DE COVID-19

A pandemia de COVID-19 afetou a saúde mental dos profissionais de saúde. Um estudo publicado na Revista Journal of Clinical Medicine mostra a prevalência de depressão nestes profissionais. Estudo foi baseado no período de 1 de dezembro de 2019 a 15 de setembro de 2020.

Esta revisão sistemática e meta-análise identificada em 57 estudos em dezessete países, apontou intensidade elevada de depressão em profissionais de saúde que estavam na linha de frente. A prevalência de depressão em profissionais de saúde foi de 24%, enfermeiros 25%, médicos 24% e profissionais que estavam na linha de frente foi de 43%.

A prevalência de depressão em médicos e enfermeiro durante a COVID19 foi semelhante à encontrada na população geral. Metade dos profissionais de saúde da linha de frente apresentaram aumento dos sintomas depressivos e 43% estavam deprimidos.

Portanto, é muito importante a prevenção e tratamento de problemas com a saúde mental destes profissionais de saúde no mundo todo.

 

REFERÊNCIAS:

Olaya, B. et al. Prevalence of depression among healthcare workers during the covid-19 outbreak: A systematic review and meta-analysis. J. Clin. Med. 10, (2021).

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SINTOMAS DE DEPRESSÃO E ANSIEDADE NA PANDEMIA DE COVID-19 NO BRASIL

 

O Brasil é o segundo país com maior índice de mortalidade por covid-19. Atualmente passam de mais de 615 mil brasileiros mortos nesta pandemia. O país sofre uma crise sanitária. Diante deste cenário difícil vários estudos foram e estão sendo realizados pelo Brasil com o objetivo de verificar a prevalência dos sintomas ansiosos e depressivos.

Uma pesquisa realizada pela Universidade Federal do Rio de janeiro (UEFJ) revelou um aumento de 90% dos casos de depressão e o dobro de ansiedade no período de março e abril de 2020(1).

Uma pesquisa desenvolvida Fundação Oswaldo Cruz (FI

OCRUZ), Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), mostrou que 92% dos participantes apresentavam sintomas de depressão e 52% de sintomas ansiosos(2).

Uma revisão de 29 artigos relacionados a sintomas de depressão e ansiedade na pandemia em crianças e adolescentes, mostrou que nesta população estes sintomas dobraram a sua prevalência. Antes da pandemia a prevalência os sintomas depressivos eram comuns em 12,9% desta população e os sintomas ansiosos eram de 11,6%, durante a pandemia os sintomas depressivos saltaram para 25,2% e os ansiosos para 20,5%(3).

A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), tem se mostrado eficaz no tratamento para ansiedade e depressão, então a importância de procurar para tratamento profissionais especializados para uma decisão em conjunto e em caso de encaminhamento para tratamento farmacológico é o melhor. Veja com pessoas que conhece, pesquise e pergunte sobre profissionais bons que tenham se consultado.

 

REFERÊNCIAS:

  1. https://www.nossasaude.com.br/dicas-de-saude/pandemia-aumenta-casos-de-depressao-e-ansiedade-no-brasil/;
  2. https://www2.ufjf.br/noticias/2021/04/07/indice-de-pacientes-com-sintoma-de-depressao-ultrapassa-90-na-pandemia/;
  3. https://jamanetwork.com/journals/jamapediatrics/fullarticle/2782796.
PENSAMENTOS AUTOMÁTICOS

PENSAMENTOS AUTOMÁTICOS

Segundo Beck (1964), os Pensamentos Automáticos(PA) são um fluxo de pensamento mais manifesto1. Eles não ocorrem somente em pessoas que têm algum tipo de sofrimento psicológico, são uma experiência comum a todos nós1. Na maioria das vezes não temos consciência deles mas com pouco treino podemos trazê-los a consciência1. Quando percebemos estes pensamentos, verificamos a realidade, caso não estivermos com algum transtorno psicológico1.

Os PA são geralmente mais breves, percebemos mais as emoções do que os pensamentos1. Os nossos sentimentos estão ligados aos conteúdos destes PA1. Eles podem surgir na forma verbal, visual (imagens) ou ambas1. O PA mais comum é distorção, erro cognitivo, equívocos lógicos de pensamento, são, portanto, em sua maioria disfuncionais (distorcidos)1. O pensamento pode ser até correto, mas a conclusão dele, pode ser distorcida1. Em resumo, eles coexistem com um pensamento mais manifesto, surgem de forma espontânea e não são baseados na reflexão1.

Na terapia cognitiva utilizamos e ensinamos os pacientes a identificarem esses pensamentos, seguem alguns métodos para ajudar a identificar os PA:

  • Reconhecimento das mudanças de humor;
  • Psicoeducação;
  • Descoberta guiada;
  • Registro de pensamentos;
  • Exercícios de imagens mentais;
  • Exercícios de rola-play;
  • Uso de inventários2.

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

  1. Beck, J. Terapia Cognitiva: teoria e prática. (Artmed, 1997).
  2. Wrigth, J; Basco, M. . T. M. Aprendendo a Terapia Cognitivo-Comportamental na Prática: guia ilustrado. (artmed, 2008).
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Crenças Nucleares

De acordo com Knapp et al. (2004), as crenças nucleares são as nossas ideias e conceitos mais enraizadas e fundamentais sobre nós mesmos, das pessoas e do mundo(1). São incondicionais, são formadas ao longo da nossa história de vida, segundo nossa percepção e interpretação dos eventos(1).

Judith Beck (1995), propôs que as crenças disfuncionais poderiam ser colocadas em dois grupos crenças, agora expandidos para três:

  1. Crenças nucleares de desamparo: crenças sobre ser impotente, frágil, vulnerável, carente, desamparado, necessitado.
  2. Crenças nucleares de desamor: crenças sobre ser indesejável, incapaz de ser gostado, incapaz de ser amado, sem atrativos, imperfeito, rejeitado, abandonado, sozinho.
  3. Crenças nucleares de desvalor: crenças sobre ser incapaz, incompetente, inadequado, ineficiente, falho, defeituoso, enganador, fracassado, sem valor(2).

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

  1. Knapp P et al. Terapia Cognitivo-Comportamental na Prática Psiquiátrica. Knapp P, editor. Porto Alegre: artmed; 2004.
  2. Beck J. Terapia Cognitiva: teoria e prática. Porto Alegre: Artmed; 1997.
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Depressão: o que é?

A depressão é uma doença psiquiátrica, seus principais sintomas são:
– tristeza profunda;
– perda do interesse;
– ausência de ânimo;
– oscilações de humor.
Muitas vezes é confundida com ansiedade, podendo levar a pensamentos suicidas.

Diagnóstico é importante e iniciar o acompanhamento médico é psicológico.

 

Vitor Souza Mascarenhas
CRP 04408
Sócio-Proprietário das Clínicas CIAC e CliorP
Mestre em Tecnologias em Saúde
Docente da Pós-Graduação UNIFACS Laureate International Universities
Especialista em Terapia Cognitiva
Especialista em Terapia Analítico-Comportamental
Especialista em Neuropsicologia e Reabilitação

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Dependência e Abuso de Internet e Jogos Eletrônicos Podem Gerar Prejuízos

O avanço da tecnologia e acessibilidade nos últimos fez com que à informática, aparelhos eletrônicos e os jogos ficassem mais acessíveis. Os jogos passaram a ser a grande atividade de lazer de crianças, adolescentes e dos adultos. A utilização da internet não acontece de maneira heterogênea, grupos de faixa etária diferente, escolaridade e nível socioeconômico utilizam no mundo todo1.

Estudos relacionam o uso de jogos eletrônicos com a facilidade no aprendizado, desenvolvimento de habilidades cognitivas e motoras, sendo utilizados por profissionais de diversas áreas da saúde2–4. As vantagens tem sido testadas e comprovadas, inclusive nos tratamentos psicoterápicos e de reabilitação neuropsicológica5,6. A utilização de chats para conversa para conversa, redes sociais, facilitam também a interação das pessoas mais tímidas e introvertidas1.

Porém, existe os dados da utilização abusiva da internet, jogos eletrônicos são relatados pela imprensa ou literatura leiga como sendo a causa do aumento do isolamento social e das quedas nas notas escolares e acadêmicas dos filhos Estudo liga TV ou internet demais a notas dois pontos mais baixas | VEJA (abril.com.br)7.

É frequente a queixa dos pais nesta pandemia do uso abusivo dos aparelhos eletrônicos e jogos nesta pandemia, nesta reportagem o psicólogo, especialista mostra o malefícios do uso prolongado deste equipamentos Psicólogo alerta para riscos do uso excessivo de celulares e tablets por crianças e adolescentes | Pernambuco | G1 (globo.com) 8. Como também as queixas do uso abusivo dos equipamentos eletrônicos pelos adultos.

Os prejuízos da utilização por tempo prolongado de uso da internet e/ou jogos eletrônicos podem causar alteração de humor, distanciamento familiar, convívio social com amigos, as tarefas escolares e acadêmicas. Portanto, é importante que os pais conversem em casa e consigam impor regras para evitar. Alguns critérios estão sendo utilizados atualmente para se identificar o uso abusivo da  dependência da internet, Young propôs:

 

Outros critérios são utilizados como do Shapira et al:

Para o uso excessivo da internet as seguintes características devem ser observadas:

Portanto, algumas dicas são importantes para os pais:

  • Diálogo e negociação são palavras-chave para estabelecer regras e limites;
  • Fazer acordos estipulando horários para que a utilização da internet e/ou jogos eletrônicos não atrapalhe outras atividades;
  • Crianças menores devem fazer menor tempo de uso;
  • Diversificar oportunidades de aprendizado e lazer, mostrando outras possibilidades ao filhos;
  • Com adolescentes, perguntar se ele precisa de ajuda pode ser um bom começo, porque eles fazem suas escolhas, relatam suas dificuldades participando do processo;
  • Os pais devem estar atentos a utilização da internet pelos filhos, principalmente nos primeiros anos de vida.
  • Procurar profissional especializado;
  • Terapia cognitivo-comportamental.

Espero que gostem, comentem, compartilhem e me sigam nas redes sociais.

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Vitor Souza Mascarenhas
CRP 04408
Sócio-Proprietário das Clínicas CIAC e CliorP
Mestre em Tecnologias em Saúde
Docente da Pós-Graduação UNIFACS Laureate International Universities
Especialista em Terapia Cognitiva
Especialista em Terapia Analítico-Comportamental
Especialista em Neuropsicologia e Reabilitação

 

REFERÊNCIAS:

  1. Lemos, I. L., De Abreu, C. N. & Sougey, E. B. Dependência de internet e de jogos eletrônicos: Um enfoque cognitivo-comportamental. Rev. Psiquiatr. Clin. 41, 82–88 (2014).
  2. Griffiths, M. & Wood, R. T. A. Risk Factors in Adolescence: The Case of Gambling, Videogame Playing, and the Internet. J. Gambl. Stud. 16, 199–225 (2000).
  3. Li, X. & Atkins, M. S. Early childhood computer experience and cognitive and motor development. Pediatrics 113, 1715–1722 (2004).
  4. Ang, C. S. & Zaphiris, P. Computer Games and Language Learning. Handbook of Research on Instructional Systems and Technology (2011). doi:10.4018/9781599048659.ch032.
  5. Gardner, J. E. Can the Mario Bros. help? Nintendo games as an adjunct in psychotherapy with children. Psychotherapy 28, 667–670 (1991).
  6. Griffiths, M. Editorial: Can videogames be good for your health? J. Health Psychol. 9, 339–344 (2004).
  7. Redação. Estudo liga tv ou internet demais a notas dois pontos mais baixas. Veja https://veja.abril.com.br/educacao/estudo-liga-tv-ou-internet-demais-a-notas-dois-pontos-mais-baixas/ (2015).
  8. Carvalho, B. Psicólogo alerta para riscos do uso excessivo de celulares e tablets por crianças e adolescentes. G1 https://g1.globo.com/pe/pernambuco/noticia/2020/09/02/psicologo-alerta-para-riscos-do-uso-excessivo-de-celulares-tablets-e-jogos-eletronicos-para-criancas-e-adolescentes.ghtml (2020).