De acordo com Knapp et al. (2004), as crenças nucleares são as nossas ideias e conceitos mais enraizadas e fundamentais sobre nós mesmos, das pessoas e do mundo(1). São incondicionais, são formadas ao longo da nossa história de vida, segundo nossa percepção e interpretação dos eventos(1).
Judith Beck (1995), propôs que as crenças disfuncionais poderiam ser colocadas em dois grupos crenças, agora expandidos para três:
- Crenças nucleares de desamparo: crenças sobre ser impotente, frágil, vulnerável, carente, desamparado, necessitado.
- Crenças nucleares de desamor: crenças sobre ser indesejável, incapaz de ser gostado, incapaz de ser amado, sem atrativos, imperfeito, rejeitado, abandonado, sozinho.
- Crenças nucleares de desvalor: crenças sobre ser incapaz, incompetente, inadequado, ineficiente, falho, defeituoso, enganador, fracassado, sem valor(2).
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
- Knapp P et al. Terapia Cognitivo-Comportamental na Prática Psiquiátrica. Knapp P, editor. Porto Alegre: artmed; 2004.
- Beck J. Terapia Cognitiva: teoria e prática. Porto Alegre: Artmed; 1997.